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Programa de Desenvolvimento da Autonomia

Visa o desenvolvimento da autonomia dos assistidos entre 15 e 60 anos, estimulando as ações de corpo e movimento, compreensão, comunicação e expressão, atividades da vida diária, por meio de atividades de Artes e Artesanato, Comunicação e Expressão, Capoeira, Fotografia, Educação Física, Teatro, Cozinha Experimental e Informática, bem como atividades deEstética e Autodefensoria.

Os assistidos são agrupados em turmas, considerando-se como base, a interação social e seus interesses, visando a formação para a vida adulta e neste contexto, a inclusão laboral.

Integrante do PDA, o PROPrograma de Progressão – tem por objetivo principal, o desenvolvimento cognitivo, sensorial e psicomotor de pessoas, entre 15 e 60 anos, com alto grau de severidade, no que se refere à autonomia e à interação social, onde as intervenções são feitas com base no método de Glenn Doman.

É de fundamental importância mostrar ao assistido, o quanto é fantástico o aprender e o quanto é prazeroso este jogo. Lembrando que tais estimulações nunca devem ser levadas como obrigação ou um trabalho e sim dar evidência de que aprender é uma grande recompensa e não uma punição. Lembrando que nada deve ser feito para a interrupção da iniciativa natural do indivíduo, segundo DOMAN -1984.

Dentro deste programa e em convênio com a Guarda Municipal do Rio de Janeiro, os assistidos participam do trabalho de Cinoterapia, de forma a desenvolverem seus aspectos sensoriais e afetivos através da interação com os cães, acompanhados, claro, das educadoras sociais.

Já a Autodefensoriaobjetiva o desenvolvimento da autonomia da pessoa com deficiência intelectual e/ou múltipla frente a sua realidade, ampliando sua possibilidade de atuar, influenciando o cotidiano de sua família, da comunidade e da sociedade em geral. O trabalho é feito por meio da Oficina de Cidadania e conta com a parceria do Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Pessoa com Deficiência – OAB RJ.

Transição para a Vida Adulta e Inclusão Laboral– Visa o desenvolvimento de habilidades, de forma que o sujeito com deficiência possa alcançar uma vida independente. Para tanto, é preciso que a equipeesteja engajada com a família, demais profissionais, comunidade e com o próprio assistido, respeitando seus interesses, desejos e potencializando suas capacidades. Além de permitir que a pessoa com deficiência seja o protagonista da sua vida, favorecendo o seu crescimento pessoal com autonomia.